sábado, 14 de abril de 2012


ONDE FOI QUE NÓS ERRAMOS!


O ENSINO DE DEUTERONÔMIO 6: 4-9
Olhar esta campanha feita nos EUA, um país que se diz cristão e ao voltarmos nossos olhos para a realidade das famílias e da sociedade brasileira surge a grande pergunta: ONDE FOI QUE NÓS ERRAMOS? Estamos diante de uma sociedade sem perspectiva, atabalhoada, sem direção, sem referência do Sagrado. O que está errado, por que tantos são capazes de afirmar como este outdoor acima?! Será que o Evangelho que a tantos alcançou perdeu a sua força, Deus realmente está distante transcendente nos deixando à própria sorte?! Será que não fomos capazes de vivenciar o verdadeiro Deus que liberta, transforma, nos faz nova criatura. Ou Será que estamos tão autoconfiantes de nós mesmos que resolvemos dar as costas para Deus e andarmos à nossa própria sorte?! Creio que nós erramos, nós nos afastamos, nós perdemos a visão de reino e do Senhor do Reino. Creio que ao deixar de lado todos os ensinamentos da Palavra de Deus permitimos que declarações como esta venham a tona e principalmente deixamos que o mundo, a carne e o diabo aproveitem do nosso descuido enquanto embaixadores do Reino de Deus e fazem com que as pessoas percam a referência da verdadeira vida que faz sentido e os conduz a uma vida em abundância. Vejam só: Nosso lar é a chave que abre a porta para um novo tipo de sociedade. Quando nos deleitamos com as instruções de Deuteronômio referente aos ensinamentos entre pais e filhos, podemos notar que todos os pais eram professores, e o lar o centro da educação religiosa. Era uma resposta de amor, de comprometimento frente às verdades estabelecidas na torá, base para o ato de ensinar, primeiro a partir da obediência à Lei e depois conforme Paulo em Efésios 5:22 como resposta a um ato de amor obediente, pactuante e sem o constrangimento da Lei.  Se há amor genuíno ao Senhor, esse amor motiva os pais a ensinar os seus filhos, aproveitando todas as oportunidades e respondendo todas as perguntas. Eis o nosso erro, deixar as verdades absolutas de Deus para trás como se Ele realmente não existisse ou por simplesmente termos desistido de nós, pois se olharmos bem ao redor, para a declaração deste outdoor, para as barbáries que vemos no dia a dia, a muito desistimos de nós, só que ainda não havíamos percebido tal atitude perversa, fria e sem vida.

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