ONDE FOI QUE NÓS
ERRAMOS!
O ENSINO DE DEUTERONÔMIO 6: 4-9
Olhar esta campanha feita nos EUA, um país que se diz cristão
e ao voltarmos nossos olhos para a realidade das famílias e da sociedade
brasileira surge a grande pergunta: ONDE
FOI QUE NÓS ERRAMOS? Estamos diante de uma sociedade sem perspectiva,
atabalhoada, sem direção, sem referência do Sagrado. O que está errado, por que
tantos são capazes de afirmar como este outdoor acima?! Será que o Evangelho
que a tantos alcançou perdeu a sua força, Deus realmente está distante
transcendente nos deixando à própria sorte?! Será que não fomos capazes de
vivenciar o verdadeiro Deus que liberta, transforma, nos faz nova criatura. Ou
Será que estamos tão autoconfiantes de nós mesmos que resolvemos dar as costas
para Deus e andarmos à nossa própria sorte?! Creio que nós erramos, nós nos
afastamos, nós perdemos a visão de reino e do Senhor do Reino. Creio que ao
deixar de lado todos os ensinamentos da Palavra de Deus permitimos que declarações
como esta venham a tona e principalmente deixamos que o mundo, a carne e o
diabo aproveitem do nosso descuido enquanto embaixadores do Reino de Deus e
fazem com que as pessoas percam a referência da verdadeira vida que faz sentido
e os conduz a uma vida em abundância. Vejam só: Nosso lar é a chave que abre a
porta para um novo tipo de sociedade. Quando nos deleitamos com as instruções
de Deuteronômio referente aos ensinamentos entre pais e filhos, podemos notar
que todos os pais eram professores, e o lar o centro da educação religiosa. Era
uma resposta de amor, de comprometimento frente às verdades estabelecidas na
torá, base para o ato de ensinar, primeiro a partir da obediência à Lei e
depois conforme Paulo em Efésios 5:22 como resposta a um ato de amor obediente,
pactuante e sem o constrangimento da Lei. Se há amor genuíno ao Senhor, esse amor motiva
os pais a ensinar os seus filhos, aproveitando todas as oportunidades e respondendo
todas as perguntas. Eis o nosso erro, deixar as verdades absolutas de Deus para
trás como se Ele realmente não existisse ou por simplesmente termos desistido
de nós, pois se olharmos bem ao redor, para a declaração deste outdoor, para as
barbáries que vemos no dia a dia, a muito desistimos de nós, só que ainda não
havíamos percebido tal atitude perversa, fria e sem vida.

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