Ao lermos a carta à Igreja de Laodicéia, podemos observar que entre as palavras chaves desta carta encontramos “diz o amém, Testemunha fiel e verdadeira e o princípio da criação de Deus”. Na verdade este é quem fala à igreja em questão.
Este mesmo que fala, vê nesta comunidade, uma posição referente a suas obras de nem quente e nem frio, mas de morno no que se refere às obras de Deus em sua região.
Isto, talvez porque ela está rica e abastarda e não precisa de coisa alguma. É mediante a esta impressão que Cristo afirma que está a ponto de vomitá-la e a considera desta maneira miserável, infeliz pobre cega e nu. Esta é uma igreja acusada pelo Cordeiro de ter uma vida espiritual sem fervor e sem compromisso, por isso o Cordeiro a aconselha a comprar ouro refinado pelo fogo para enriquecimento, que procure usar vestiduras brancas para esconder a sua vergonha e colírio para os seus olhos para que possa enxergar a sua vergonha.
Podemos ver aqui uma grande oportunidade para que esta igreja volte ao primeiro amor, volte a ser referência para a sua região portanto sua postura deve ser de zelo e de arrependimento.
A Palavra diz que o Pai repreende a quem ama e certamente mesmo com toda a insensibilidade desta igreja, Deus o amava e, portanto o Cordeiro vê nela e dá a Ela a oportunidade de remissão.
Isto fica evidente quando ele mesmo afirma que está a porta e bate e que espera que a igreja ouça, abra, deixe-o entrar tomar lugar de destaque que Ele se assente no centro da mesa e que todos possam ceiar com Ele e Ele com a igreja.
Com parte final desta festa, está o prêmio para o vencedor que sentará com Ele no trono, mostrando assim que a remissão foi completa, que a missão enquanto igreja e povo está concluída e com louvor.
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