segunda-feira, 28 de março de 2011
MISSÃO E EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL
MISSÃO E EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL O MAIOR DE TODOS OS DESAFIOS INTRODUÇÃO: Sempre que lemos ou falamos de missões e evangelização, o que nos vem à mente é sempre a ação de sair para falar em nome de Deus a outros povos. Ficamos vislumbrados com as histórias e as conquistas dos missionários que deixaram tudo em nome da fé e do amor por povos otocnes ou mesmo por povos que sem nenhum conhecimento da ação salvífica de Cristo são abarcados pela mensagem redentora e transformadora do evangelho. Dentro desta perspectiva temos visto e ouvido tantas histórias de vidas transformadas, vilarejos, aldeias, cidades e até países transformados pela Palavra Misericordiosa de Deus. É muito gratificante vermos tantas vidas sendo envolvidas e regeneradas pela Graça de Deus. Mas depois de tantas pregações, de tantos envios, de tantas vidas transformadas surge uma pergunta crucial e intrigante: Até que ponto, podemos afirmar que houve realmente uma ação transformadora? Ou até que ponto a ação transformadora foi integral? Nosso desafio é apresentar neste ensaio missionário e de evangelização uma análise do que até onde podemos chamar de Missão e evangelização Integral e qual o papel da Igreja para que realmente a missão e evangelização integral possa ser uma realidade. Não queremos aqui ter a pretensão de esgotar o assunto e muito menos sermos os absolutos da verdade. Mas queremos levar nossos leitores a uma reflexão madura, imparcial e provocante quanto ao verdadeiro papel das missões e evangelização e suas conseqüências para a comunidade atingida. Provocar, este é o nosso desafio. Provocar cada um a uma análise do que estamos fazendo e sendo como cristão nesta terra na qual estamos como visitantes. Que legado estamos deixando para exemplo dos que virão após nós. Qual a nossa significância enquanto parte da sociedade em que vivemos. Em que fazemos e somos diferentes. Na verdade a sociedade a qual servimos tem sido impactada com aquilo que vivemos e pregamos. Por Fim o que mudou com a chegada e pregação da mensagem salvadora e transformadora do Evangelho? Por isto queremos provocar seu raciocínio e sua visão do que é realmente ser cristão e o que temos feito para que a sociedade na qual vivemos e servimos possa ser impactada, transformada e abençoada por aquilo que somos e vivemos. Boa reflexão! 1) Mensagem x Realidade Recentemente lendo um livro sobre missões e evangelização, algo que me chamou a atenção foi uma pesquisa apresentada por uma rede de TV Inglesa sobre a cidade mais evangélica dos EUA. Esta cidade Dallas no Texas era considerada a cidade mais evangélica dos EUA. Sendo assim, podemos esperar que numa cidade como esta as coisas possam ser as melhores possíveis. Se levarmos em conta que a mensagem de Cristo é transformadora de forma plena há de cremos que esta cidade é sem sombra de dúvidas um modelo de vida e de cidade para o resto do país. Podemos afirmar categoricamente que as escolas são as que mais preparam as crianças e adolescentes para uma vida acadêmica brilhante, os hospitais são sem sombra de dúvidas os mais modernos e bem estruturados tanto em atendimento quanto em tratamentos. Com relação a criminalidade, a desigualdade social e racial, cremos que tudo isto é um mal que não existe e nem cabe naquela cidade tendo em vista a mensagem transformadora de Cristo. O que falar então de desemprego, fome, miséria, sem teto. Creio eu que as oportunidades são iguais e justas para todos. Pelo menos é o que esperamos diante de uma cidade que comporta o maior número de evangélicos. Já os profissionais desta cidade são destacados pela competência, honestidade, santidade no que fazem homens e mulheres obstinados pelo senso de justiça e amor segundo a Palavra de Deus. Advogados, médicos, professores, políticos, comerciantes, prestadores de serviços, todos na visão de que o servir e servir bem e certo é mais importante do que o lucro exorbitante. Mas o que realmente nos choca e nos constrange é que na realidade a cidade mais evangélica dos EUA é justamente ao contrário de tudo que desejávamos que fosse. Segundo o autor do livro ninguém desejaria viver em uma cidade com as condições apresentadas nas estatísticas. O crime, o sistema social falido, as doenças, as discrepâncias na economia, a injustiça social e racial, tudo, mas tudo segundo o apresentador das pesquisas e o autor levava aquela cidade a uma desqualificação de cidade com a qualidade de vida adequada para se viver. A cidade mais evangélica era uma cidade sem referência do que o Reino que é chegado pode fazer na vida daqueles que se convertem ao cristianismo. Na verdade não podíamos e nem nos atreveríamos a apontá-la como uma cidade onde o Senhor da Glória reina soberanamente e majestosamente, reino cuja justiça e paz parte da graça de Deus. Lastimável!. Mas por que a realidade é tão distante da mensagem? O que a torna tão utópica? Por que a mensagem é uma e a realidade torna-se outra quando na verdade elas deveriam ser completadas uma na outra? Penso sinceramente que toda a onda missionária e de evangelização foi muito bem elaborada no sentido de envio e de busca em fazer com que a mensagem de Cristo fosse professada. As estratégias, as formas, os desafios superados a vontade de cada um em fazer com que cada povo, língua e nação pudessem conhecer o verdadeiro Deus e seu plano de salvação foi muito bem arquitetado e a cada ano temos visto e ouvido grandes moveres de Deus. Mas é somente isto que podemos oferecer a estes povos? Só Palavra e mais nada? O que muda o que move a partir de agora, qual o próximo passo. A igreja e seus proclamadores estão eximidos de responsabilidade quanto ao resto? Após a mensagem e sua aceitação é cada um por si e pronto?! A grande pergunta que fica é: Qual o impacto que o Evangelho transformador pode fazer em uma sociedade? 2) Uma realidade Brasileira: Temos vivenciado nestes últimos anos, um crescimento muito grande em relação a 20, 30 anos atrás do número de evangélicos no Brasil. Esse crescimento pode ser atribuído ao grande número de igrejas que a cada dia são criadas em todo o território nacional além de um trabalho missionário interno muito bem elaborado e trabalhado. Temos visto as fileiras aumentarem a cada dia. São Pastores em rádios, televisões, jornais, na política, conferencistas e tantos outros que estão fazendo o papel de evangelizar e engrossar as fileiras dos evangélicos. Dado a isto, a cada dia ouvimos e visualizamos uma nova igreja, um novo ministério, uma nova missão sendo aberto no Brasil. Todas elas atribuindo a sua visão na grande comissão de Jesus, o de ir e fazer discípulos batizando-os em nome de Jesus. Mas lamentavelmente, não temos visto a continuidade da grande comissão registrada em Mateus cap. 28: 19 e 20. Vejamos o que ele nos diz: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”. (Mateus 28:19 e 20) A ordem de ir não é somente para fazer discípulos e batizá-los, mas também o de ensiná-los a guardar todas as coisas que Ele Jesus tem ensinado. O que muito tem nos surpreendido nos dias atuais é que as igrejas e seus respectivos líderes estão em grande parte cumprindo somente a primeira ordem da missão e esquecendo-se do restante. Há uma negação voluntária do ensino, do guardar as coisas que Jesus ensinou para que os novos membros fiquem somente com as que os líderes e obreiros querem ensinar. A missão de continuidade da mensagem que é a de Ensino para que as Verdades da Palavra fiquem entranhadas na mente e no coração dos servos tem dado lugar a conveniência do que pensam acreditam os obreiros e ministros da atualidade. Mas a grande comissão é mais do que o pensar e o agir dos líderes deste século, ela vai além ela aponta para a eternidade e muitos não querem, não sabem ou não tem a intenção de vivenciar, ensinar aos seus membros. Verdadeiramente vivemos um analfabetismo funcional quanto às verdades e ensinamentos da Palavra e do Senhor da Palavra. No grego “Didaskontes” verbo presente ativo, nominativo e no plural, desafiando a cada um de nós para uma ação de ensino cuja ação esta é de presente, ou seja, ensinando (continuamente), e isto é o que faz toda a diferença. É um ensino que não tem fim, não tem tempo determinado para acabar vai sempre ensinando. Infelizmente, as pessoas, obreiros, pastores esquecem-se desta missão não menos importante confiada a nós e somente a nós. O de dar continuidade aos ensinamentos de Jesus a partir da sua Palavra e Ensinamento. Mas talvez você pergunte: O que isto tem a ver com missões integral? Eu respondo, tem tudo a ver. Uma igreja não pode dizer que faz missões se o ato de ensinar e embasar seus membros e seguidores na Palavra de Cristo não for uma constante e a base de tudo. Não o ensino do que os lideres e obreiros querem que as ovelhas aprendam mas o que o Senhor da Palavra quer que aprendamos e vivamos. Daí afirmarmos que só haverá uma real transformação no Brasil quando de fato e de verdade os membros das mais variadas denominações tiverem conhecimento, vida e compromisso com a Palavra e com o Senhor da Palavra. Tanto que uma das grandes repreensões que recebemos da parte de Deus é: “erramos por não conhecermos as Escrituras”. E eu vou mais além: Erramos por não conhecermos profundamente o Deus das Escrituras. Muitas vezes esquecemos qual é a missão principal do homem que é “Conhecer Deus e torná-lo conhecido”. Só fazemos isto quando conhecemos o Deus que cremos e amamos. E isto só acontece quando verdadeiramente somos ensinados na Palavra, pela Palavra e com a Palavra. Muitos dos pastores, obreiros e líderes brasileiros, perderam o foto destas verdades e devido a isto temos visto muitas igrejas sem base bíblica, pessoas que se dizem cristãs somente pelo convencimento, mas não convertidas e seriamente comprometidas com o reino. Vemos a todo instante, manifestações de pecado sendo cultuado nas igrejas, mundanismo, palavras e mensagens que destoam da verdadeira Palavra de Deus, o apelo ao consumismo, as riquezas, ao ganho a partir do dízimo como se este fosse o seu passaporte para o sucesso financeiro, como se fosse a chave para a gaveta que abre para se ter acesso ao cartão de crédito de Deus e por ai vai. Uma verdadeira negação de tudo aquilo que Cristo ensinou e viveu. Hoje, pregadores e mensagens tornam-se apelativas e voltadas para tudo o que Cristo combateu. 2.1) Transformando a realidade Brasileira: Evidentemente, para que possamos transformar a realidade brasileira numa nova mensagem, viva, real, profunda, transformadora ela deve passar necessariamente pelo conhecimento verdadeiro e inspirador da Palavra de Deus. Os Pastores, Obreiros, mestres, devem voltar-se para o conhecimento genuíno e puro da Palavra. Seus ensinamentos, suas pregações, suas orientações devem ser embasadas no que Deus diz e não no que a doutrina dos homens quer que Deus diga. Somente assim nossa realidade poderá ser transformada e nossa fé realmente autêntica e transformadora. Aqui está o nosso ponto. Fé que não transforma que não converte que não faz nova todas as coisas ao nosso redor não é fé, não é mensagem não faz diferença alguma para os que estão de fora. E nosso grande desafio é mostrar que todos aqueles que são abarcados pela graça salvadora de Deus tem o dever e a missão de fazer diferença tanto em casa, quanto na sociedade, na profissão, na prestação de serviços em tudo que somos e fazemos. Aqui está e deve ser principalmente o resultado de tudo que somos e fazemos. “Manifestar a Glória de Deus na nossa vida e através da nossa vida, atos, palavras e profissões” Aqui está o que é importante, verdadeiro, transformador, envolvente impactante. Usar o nosso todo na proclamação do Reino e do Senhor do reino! Não existe nada mais importante, nada mais fantástico, nada mais envolvente e emocionante do que falar, viver e usar nossos talentos, dons para que Deus seja glorificado a partir do que fazemos e somos enquanto cidadãos nesta sociedade. O que muitas pessoas confundem e isso tem deixado a cada dia o evangelho menos impactante, ou seja, se apegam na idéia errônea de que ao ser cidadão do Céu e não do mundo, acham que não precisam mais viver, testemunhar, trabalhar se envolver o que eles têm de melhor para engrandecer o reino e o Senhor do reino. O que vemos é tudo ao contrário. O reino sendo ridicularizado porque os que prestam serviços trapaceiam, enganam, não fazem o serviço pensando como cristãos, mas como mundanos os que são funcionários ficam procurando em como tirar vantagens sobre a empresa ou os patrões, levam-nos a justiça requerem o que não tem direito para se dar bem mesmo que seja de forma escusa, os empresários por sua vez procuram explorar seus funcionários, maltratam, pagam mal, enganam, são corrompidos pelo sistema, corrompem pessoas, sistemas, fazem tudo o que os ímpios fazem e muitas vezes até pior. Da mesma forma nossos políticos são conduzidos muitas vezes pelos fieis para serem seus representantes na esfera do País e são abarcados pela corrupção, falcatrua, desvios de verbas, roubam das crianças e mesmo que não o fazendo diretamente, fazem quando aprovam leis e diretrizes que são beneficentes aos políticos ou partidos tudo em nome de coligações, de favores, buscando sempre seus interesses e não os do povo. O que dizer então das rádios e TVs que se dizem evangélicas mas que fazem questão de buscar serem iguais às do mundo, focam o IBOPE ao invés de focar a santidade, a verdade, não contribuem em nada para o crescimento dos que a assistem, às vezes são piores do que as que não são regidas pelo foco cristão. E o que dizer das igrejas e comunidades que para conquistarem mais adeptos (digo isto porque adeptos não são servos, cristãos genuínos) buscam na mundanização e vulgarização litúrgica para que as pessoas se agradem e permaneçam. São baladas gospels, bares gospel, ficar gospel, mensagens de auto-estima ao invés de mensagens da cruz, mensagens de prosperidade ao invés de mensagens transformação, mensagens de vitória de poder de cura de barganha ao invés de mensagens de arrependimento de vida, mensagens de propósito de santidade e de vida com Deus séria e imaculada, mensagens de esperança, mas uma esperança que está firmada na vida e nas verdades de Jesus e que aponta para uma cidade celestial e única. Creio que o que falta para retornarmos a uma missão integral e que faz diferença é reajustar o foco para Cristo e tê-lo em todos os sentidos como nosso único paradigma para uma missão integral e genuinamente eficaz! Não há outra verdade, não há outro caminho, não há outra forma somente Ele pode fazer em nós e por nós a diferença no que chamamos de missões. 3. O que acontece quando Fazemos a diferença? Voltando às informações do início deste estudo, podemos observar que na pesquisa feita em relação à cidade mais evangélica dos EUA, o que mais chamou a atenção foi o fato de que se ela enquanto mais evangélica, mais cristã, porque a desigualdade social, a criminalidade, a discriminação racial, o desemprego, a falta de moradia, a saúde em estado de colapso, a educação defasada, porque então os que se dizem ser transformados pela Palavra de Deus e de que Ele faz nova todas as coisas, porque então nada disso foi eliminado na sociedade? Ao contrário, os índices são alarmantes e tristes. Uma verdadeira desesperança pra aqueles que dizem trazer esperança já que a própria Palavra afirma “Quero trazer a Memória tudo aquilo pode dar esperança” O segredo para reverter este panorama está no que temos e vivemos enquanto esperança! No caso do profeta, era tudo aquilo que aponta para o Messias, no nosso caso é o próprio Messias Jesus Cristo o nosso eterno e maravilhoso salvador, redentor o que nos faz tornarmos filhos e não servos. Somo somos filhos e vivemos para o serviço em nome do Reino e do Senhor do reino, mas para isto precisamos entender que tudo o que somos, fazemos, vivemos e nos envolvemos fazemos para a Glória de Deus e para anunciar o Seu reino que é chegado! Por isso a necessidade dos pregadores, obreiros, líderes entenderem que a mensagem confiada a eles não pode ser deturpada, esquecida, desvirtuada nem voltada para fazer do homem e seus desejos egoístas o centro do reino. O homem por si só é egoísta, e vil e seus desejos são perversos e quase sempre voltados somente para suas paixões. Por mais que sejamos alcançados pela graça muitas vezes somos e voltamos somente para o que desejamos e nos faz bem! Esquecemos que muitas vezes não temos não recebemos porque pedimos mal. O que dizer então do que somos na sociedade, professores empresários, prestadores de serviços, funcionários, políticos, funcionários públicos, profissionais liberais e esquecemo-nos do objetivo pelo qual fomos salvos e redimidos. Costumamos dizer muitas vezes que profissão e religião não se misturam que no que fazemos devemos deixar a nossa fé, missão, convicção de lado em nome da boa política para com os outros e já que deixamos podemos fazer, agir, da forma que melhor nos convier, nada impede de sermos um em relação a fé e outro em relação aos relacionamentos no nosso dia a dia, o que importa que eu creio e por crer, Deus tem a obrigação de atender o que quero e peço sem contestar quem sou e o que sou! Infelizmente o que tem sobrado hoje é só isso. Uma pena. A missão que até os anjos anelam que é “proclamar Deus e sua obra redentora” foi a nós confiada e incrivelmente temos sido tão displicentes e omissos muitas vezes. Cremos que ainda há tempo para que possamos voltar nossa mensagem nossa vida e o nosso todo para que a Glória de Deus seja vista por aqueles que não o professam e entendam que somos feitos para glorificar a Deus, somos embaixadores despenseiros da multiforme graça do Deus vivo e verdadeiro, que somos propriedade exclusiva do Deus vivo que é, além de transcendente, um Deus totalmente imanente, que se faz presente soberanamente e totalmente em tudo que somos fazemos vivemos ou pensamos. Nossa conduta, nossa vida, deve ser de tal maneira transparente, envolvente, santa que ao olharem para o que fazemos, somos, vivemos, prestamos enquanto profissionais possam sempre e sempre apontar para o grande Deus, que as pessoas possam ver através de nós, do que somos, fazemos, vivemos o Cristo vivo e verdadeiro. A diferença que fazemos implica em como será a sociedade e tudo que a envolve. Sermos cristãos em tudo o que somos torna a sociedade mais propensa a uma transformação que passa pela cruz, ela é impactada, desafiada, limpa e ai sim veremos amenizar o desemprego, a criminalidade, os sem tetos, a discriminação racial e tantas coisas que oprime e mata a população e a cidade. A gente certamente verá mais harmonia entre as pessoas, mais responsabilidade, mais educação, mais emprego, mais saúde, mais segurança, mais bênçãos, pois aqueles detentores da benção que são os cristãos deixaram de pensar neles egoisticamente, passou a pensar no agora no próximo e assim procurou ser luz no mundo de trevas, ser benção para os que estão ao redor e assim formar uma sociedade onde a Graça faz toda a diferença verdadeiramente. CONCLUSÃO Não há como impactar uma sociedade se nossa vida não for dia a dia um instrumento de impacto santo e transformador na vida dos que estão a nossa volta. Não há como impactar se a Igreja do Senhor Jesus tornar-se profana, aceitando que o mundanismo e suas artimanhas influenciem o Evangelho que é puro e Santo. Não há como impactar se àqueles que deveriam ensinar a partir da sua própria vida, (pastores, obreiros, líderes), não a fazem preocupando-se mais com seus luxos e números do que com as almas e os perdidos. Não há como impactar se não nos tornarmos verdadeiramente servos e não senhores neste mundo tenebroso, e assim enfrentar as potestades e principados não permitindo que elas escravizem e assolem àqueles que vivem na sociedade Não há como impactar se não dispusermos firmemente em nossos corações fazermos a diferença numa sociedade doente e sem vida. Enfim, não há como impactar, se nosso coração não estiver verdadeiramente apaixonado por Cristo e pelas almas perdidas. Que o Senhor da seara nos faça ver que os campos estão prontos para a colheita!
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